segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Estudantes da Escola Superior de Hotelaria e Turismo de Inhambane (ESHTI) Promovem Turismo Doméstico.

Um grupo de estudantes do terceiro ano do curso de Turismo na ESHTI, através da disciplina de Espaços Naturais e Turismo ao Ar Livre (ENTAL), organizou com sucesso uma excursão ao “Museu Estacão arqueológica de Manhikeni”, com o interesse de despertar e promover a pratica do turismo doméstico no seio dos Moçambicanos. Uma atitude de elogiar, pois se este tipo de iniciativas se replicar, poderemos ter nos próximos dias, cada vez mais Moçambicanos a viajar, com o intuito de desfrutar da rica diversidade de atractivos turísticos que o país oferece.
Os excursionistas eram na sua maioria estudantes e docentes da ESHTI que se identificam com a historia do país no geral e em particular daquele local.
Para os mesmos, visitar aquele atractivo turístico histórico cultural era um motivo de grande satisfação e orgulho, pois, significava para os mesmos, com aquela visita, uma forma de valorização daquele espaço e uma forma de promoção do turismo domestico. No local os visitantes levaram cerca de uma hora e meia de tempo percorrendo o amuralhado de “Manhikeni”, acompanhados por um guia local que explicava aos visitantes os resultados da investigação arqueológica dirigida por João Morais, arqueólogo Moçambicano que dirigiu as investigações arqueológicas naquele espaço histórico. Houve tempo para a realização de um debate cujo tema foi “Conservação do Património Histórico Cultura Vs Promoção do Turismo Domestico.”
Portanto das intervenções efectuadas durante o debate chegou-se a conclusão de que há um mau estado de conservação do património histórico cultural nacional e que os moçambicanos viajam muito, mas não em turismo, mais sim a procura de melhores condições de vida tomando em consideração a fraca disponibilidade de renda que graça a maior parte dos Moçambicanos. Realizou-se ainda no local, um jogo denominado Caça ao Tesouro e finalmente realizou-se uma encenação artística realizada por um estudante.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Estudantes de Costas Viradas para com Nucleo


A reportagem do Tindzava saiu a rua para ouvir o sentimento dos estudantes em relação ao desempenho do Núcleo de Estudantes. Das entrevistas efectuadas, as opiniões são divergentes em relação ao desempenho do Núcleo. A maior parte dos estudantes são unânimes em afirmar que o Núcleo não se difere da maior parte dos políticos nacionais que durante a campanha prometem fazer muita coisa, mas quando chega hora de colocar em prática o prometido não há cabimento orçamental para cumprir com o manifesto.Perguntamos aos mesmos estudantes porque reclamavam tanto se nem pagam quotas, tendo em consideração que as quotas são o suporte orçamental para a consecução das actividades do Núcleo.Ao que nos responderam o seguinte: “há actividades que não precisam de orçamentos, o Núcleo deve encontrar outras formas de angariação de fundos porque é cultura do estudante não pagar quotas.” Disse um estudante que pediu falar no anonimato.Uma outra parte dos nossos entrevistados disse que “o núcleo tem se desdobrado bastante com base nos fundos e meios de que dispõe para cumprir com o seu manifesto eleitoral e que há um certo distanciamento da maioria dos estudantes para com as acções do núcleo citando como exemplo a fraca participação dos estudantes na secção da assembleia geral contudo quando é para reclamar são os primeiros a atirarem pedras ao Núcleo”.Entretanto encontramos um outro grupo de estudantes que não quis tecer comentários a cerca do assunto, temendo represálias esquecendo-se que estamos diante do nível mais baixo dos intocáveis ou seja a este nível só há tocáveis. Na próxima edição prometemos trazer mais desenvolvimentos acerca do assunto. Xitsungo