A reportagem do Tindzava saiu a rua para ouvir o sentimento dos estudantes em relação ao desempenho do Núcleo de Estudantes. Das entrevistas efectuadas, as opiniões são divergentes em relação ao desempenho do Núcleo. A maior parte dos estudantes são unânimes em afirmar que o Núcleo não se difere da maior parte dos políticos nacionais que durante a campanha prometem fazer muita coisa, mas quando chega hora de colocar em prática o prometido não há cabimento orçamental para cumprir com o manifesto.Perguntamos aos mesmos estudantes porque reclamavam tanto se nem pagam quotas, tendo em consideração que as quotas são o suporte orçamental para a consecução das actividades do Núcleo.Ao que nos responderam o seguinte: “há actividades que não precisam de orçamentos, o Núcleo deve encontrar outras formas de angariação de fundos porque é cultura do estudante não pagar quotas.” Disse um estudante que pediu falar no anonimato.Uma outra parte dos nossos entrevistados disse que “o núcleo tem se desdobrado bastante com base nos fundos e meios de que dispõe para cumprir com o seu manifesto eleitoral e que há um certo distanciamento da maioria dos estudantes para com as acções do núcleo citando como exemplo a fraca participação dos estudantes na secção da assembleia geral contudo quando é para reclamar são os primeiros a atirarem pedras ao Núcleo”.Entretanto encontramos um outro grupo de estudantes que não quis tecer comentários a cerca do assunto, temendo represálias esquecendo-se que estamos diante do nível mais baixo dos intocáveis ou seja a este nível só há tocáveis. Na próxima edição prometemos trazer mais desenvolvimentos acerca do assunto. Xitsungo
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Estudantes de Costas Viradas para com Nucleo
A reportagem do Tindzava saiu a rua para ouvir o sentimento dos estudantes em relação ao desempenho do Núcleo de Estudantes. Das entrevistas efectuadas, as opiniões são divergentes em relação ao desempenho do Núcleo. A maior parte dos estudantes são unânimes em afirmar que o Núcleo não se difere da maior parte dos políticos nacionais que durante a campanha prometem fazer muita coisa, mas quando chega hora de colocar em prática o prometido não há cabimento orçamental para cumprir com o manifesto.Perguntamos aos mesmos estudantes porque reclamavam tanto se nem pagam quotas, tendo em consideração que as quotas são o suporte orçamental para a consecução das actividades do Núcleo.Ao que nos responderam o seguinte: “há actividades que não precisam de orçamentos, o Núcleo deve encontrar outras formas de angariação de fundos porque é cultura do estudante não pagar quotas.” Disse um estudante que pediu falar no anonimato.Uma outra parte dos nossos entrevistados disse que “o núcleo tem se desdobrado bastante com base nos fundos e meios de que dispõe para cumprir com o seu manifesto eleitoral e que há um certo distanciamento da maioria dos estudantes para com as acções do núcleo citando como exemplo a fraca participação dos estudantes na secção da assembleia geral contudo quando é para reclamar são os primeiros a atirarem pedras ao Núcleo”.Entretanto encontramos um outro grupo de estudantes que não quis tecer comentários a cerca do assunto, temendo represálias esquecendo-se que estamos diante do nível mais baixo dos intocáveis ou seja a este nível só há tocáveis. Na próxima edição prometemos trazer mais desenvolvimentos acerca do assunto. Xitsungo
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